SEO Marketing

Marketing para Google...
Aumentar a sua base de clientes não precisa ser um quebra-cabeças. Os sites de busca são o meio usado hoje por empresas e consumidores para buscar informações de produtos, pesquisar preços, contratar serviços. Descubra essa oportunidade
Mostrando postagens com marcador palavra-chave. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador palavra-chave. Mostrar todas as postagens

KEI - selecione palavras-chave para SEO

19 de maio de 2011


Um dos primeiros passos no trabalho de otimização de um site é a pesquisa de palavras-chave. Mas como decidir quais os melhores termos para trabalhar no site? Nesse meu primeiro artigo aqui no blog da SEO Marketing eu vou mostrar para vocês o KEI, um índice criado para ajudar escolher as palavras com maior oportunidade de resultados.

O KEI, criado por Sumantra Roy, vem do inglês Keyword Effectiveness Index e foi criado para medir a dificuldade da competição por determinada palavra-chave. O cálculo do KEI é feito aplicando uma fórmula muito simples: volume de busca ao quadrado dividido pela popularidade (VB²/P). Basicamente os melhores termos para serem trabalhados no site serão aqueles que tiverem o maior valor nesse índice.

Volume de busca: Esse valor deve ser retirado do Google Keyword Tools na coluna “pesquisas locais mensais” e usando o tipo de correspondência “Exata”.

Popularidade: Aqui nós poderemos usar a quantidade de resultados apresentados pelo Google Search na busca pelo mesmo termo.

Para exemplificar eu fiz uma pesquisa entre dois termos para ver qual deles será mais eficiente.

Volume de Busca
Popularidade
KEI
Máquina Fotográfica
8.100
729.000
8.100^2/729.000 = 90.0
Câmera Fotográfica
4.400
400.000
4.400^2/400.000 = 48.4

Nesse exemplo podemos ver que o melhor termo para ser trabalhado é “Maquina Fotográfica” por ter o maior valor de KEI.

Eu costumo incluir duas informações extras nesse cálculo. Além do volume de busca e da popularidade, eu analiso os primeiros 10 resultados do Google Search para o termo e atribuo 0.1 pontos para cada resultado que pode ser considerado relacionado ao negócio do site. Essa nota é importante pois nem sempre as palavras que achamos ter relação com o negócio exibem resultados que esperamos na busca. Uma pesquisa por “JK”, que é um tipo de apartamento, não exibe nenhum resultado relacionado a imóveis no Google e isso é um sinal de que escolhemos a palavra-chave errada. A outra é uma nota de 0.1 à 1.0 usando critérios próprios para avaliar a relação do termo com o negócio do cliente. Esses dois novos valores entram no cálculo para chegar ao novo valor de KEI.

Vou dar mais um exemplo para facilitar o entendimento, digamos que eu esteja fazendo uma pesquisa de palavras para uma imobiliária.


Volume de Busca
Popularidade
Relação
Nota Pessoal
KEI
Imóveis
8.100
40.600.000
0.7
0.8
0.9049
Imobiliárias
2.900
4.670.000
0.9
1.0
1.6207

Neste exemplo, dos 10 primeiros resultados do Google para a palavra Imóveis, eu considerei somente 7 como sendo resultados relacionados, somando 0.1 pontos para cada um deles eu cheguei no valor 0.7 para a coluna Relação. Na coluna Nota Pessoal eu atribui o valor 0.8 pois quando uma pessoa faz uma busca no Google por “imóveis”, ela pode estar procurando por uma construtora e não necessariamente por uma Imobiliária.

A palavra Imobiliária aparece na primeira página do Google com 9 resultados que considerei relacionados, somando 0.1 pontos para cada um, terei o valor 0.9 para a coluna Relação e como quem busca por “Imobiliária” está realmente procurando por uma, atribui o valor 1.0 na coluna Nota Pessoal.

A formula usada neste caso é: Volume de busca ao quadrado, dividido por Popularidade, vezes Relação e vezes a Nota Pessoal (VB²/P*R*NP).

Espero que essa fórmula ajude vocês a tomarem decisões mais fáceis daqui pra frente. Você usa algum critério diferente para decidir qual palavra-chave trabalhar? Então deixe um comentário falando sobre ele. Um abraço e até o próximo artigo.

Como Funciona o Google (ou deveria)

27 de setembro de 2009

Semana passada, voltou à tona um assunto que eu já considerava morto, e o Google finalmente jogou a pá de cal no assunto. Matt Cutts reforçou que as meta name="keywords" não são usadas pelo Google no cálculo do posicionamento de sites.

Verdade seja dita, quando otimizo um site ou monto uma campanha Adwords uso bastante o meta name=keywords, mas como fonte de consulta de palavras-chave em sites de concorrentes. É significativa a quantidade de sites que ainda colocam as suas principais palavras-chave de trabalho nessa meta tag.

Existe um princípio básico que justifica ao Google e demais search engines sérios ignorar o meta keywords: não são vistos pelo usuário! O que os olhos não vêem o coração não sente, e o que o usuário não vê o Google não considera, ou não deveria, para efeito de posicionamento de um site (desculpem por essa, não resisti :-). A leitura Google, e posts de seus especialistas, como Matt Cutts e Pedro Dias, sempre frisa a importância de escrever para as pessoas, e não para o Google. As meta keywords em momento algum aparecem para o usuário, logo não devem ter qualquer relevância para o posicionamento Google.

Esse raciocínio deve ser sempre usado quando tentarmos adivinhar que fatores internos influenciam o posicionamento. Vejamos por exemplo o TITLE, que é utilizado pelo Google como a primeira linha exibida nos resultados de busca e com isso torna-se um importantíssimo fator de posicionamento da página. Por outro lado, o Google só exibe setenta e poucos caracteres em sua tela de resultados, logo qualquer coisa escrita além disso não é vista pelo usuário, e com isso não pode ter o mesmo peso dos caracteres iniciais.

O algoritmo do Google procura simular da forma mais fiel possível o comportamento e reações de nós, reles mortais. Ao ponderar a importância de um elemento para o posicionamento do site, ponha-se no lugar de um usuário e avalie a importância desse elemento para a experiência de navegação, pois é é isso que o algoritmo do Google procura fazer!

Palavras-chave ou palavras-chaves?

27 de agosto de 2008

Este é de longe o meu post mais inútil, até porque não chego a conclusão alguma, mas vamos lá...

** Nota 1 ** depois de escrevê-lo, consegui mais dados que me levaram a uma conclusão.

Quem mexe com SEO e Links Patrocinados passa o dia trabalhando com - e a noite sonhando com - a mesma coisa, PALAVRAS-CHAVE! Ou será palavras-chaves? Qual a grafia correta? Como bom português lisboeta que sou, procuro escrever sempre o mais correto possível (não que eu não cometa erros, muito pelo contrário). Resolvi pesquisar um pouco no Google por plurais de substantivos compostos e vi que as referências de sites de Portugal (por exemplo no sapo.pt e Priberam) mencionam "PALAVRAS-CHAVE" como a forma correta, enquanto as referências brasileiras mencionam tanto PALAVRAS-CHAVES (UOL, Yahoo Respostas) quanto ambos como sendo formas corretas (Weblinguas).

Até que o Prof. Pasquale ou algum outro profissional da língua se manifeste, considero as duas como válidas, apesar de meus gens portugueses só me deixarem escrever palavras-chave!

** Nota 2 **: Depois de escrever este post, reparei que o próprio Google usa PALAVRAS-CHAVE" no Google Adwords:


Reparei também que para palavras-chave existem 10.500.000 resultados no Google, enquanto que para palavras-chaves 891.000, ou seja, menos de 10%. Quem sabe afinal meus instintos lusitanos estejam corretos!

** Nota 3 **: A professora de português de meu filho afirmou que o correto é Palavras-chave.

WE HAVE A WINNER - PALAVRAS-CHAVE!



** Nota 4 **: O excelente comentário abaixo de Simônides Bacelar, do dia 13/12/2009, conclui que não necessariamente há uma versão correta. Vale a pena ler. Se não houvessem as "transgressões" à língua, esta não evoluiria, e até hoje falaríamos "vossa mercê" ao invés de você. Porém, até que ponto é "evolução da língua" os erros descritos neste blog sobre exemplos de erros em crase de empresas como a Johnson&Johnson?

Uma rica fonte de palavras-chave

17 de agosto de 2008


Diversos palestrantes do SMX São Paulo 2008 frisaram a importância das informações que podem ser capturadas e utilizadas tanto em logs, ferramentas de web analytics ou pesquisas com usuários. Com a carência de boas ferramentas de pesquisa palavras-chave em português, a resposta às nossas buscas pelas melhores palavras-chave pode estar logo aí à nossa frente!

Em um painel, vimos a apresentação do Ibope, com Fábia Juliasz, e do e-bit, com Pedro Guasti. A apresentação do IBOPE foi aquela apresentação tradicional, com números tradicionais, sem muito a agregar, tanto que 1 semana depois não consigo me lembrar de nada da apresentação. Já a apresentação do e-bit foi riquíssima em informações, mapeando em detalhes o perfil de compra do brasileiro, com especial ênfase ao mercado classe C. O e-bit utiliza-se de questionários feitos a usuários de lojas de e-commerce no ato da compra.

Já no lado SEM, o Mercado Livre afirmou que captura as palavras-chave das mais de 90 pesquisas por segundo realizadas em seu site para daí montar a sua famosa lista de palavras-chave compradas no Adwords. Tente digitar qualquer coisa no Google, e você provavelmente verá "Qualquer coisa" é no mercado livre. Fico nesse caso imaginando o perfil de alguns dos compradores do site - quem não lembra da mais conhecida gafe, "carros roubados? :-)

Busca semântica - chegou a hora do Google?

13 de agosto de 2008


Barney Pell, CEO da Powerset, abordou em sua palestra no SMX São Paulo 2008 a busca semântica, afirmando que a "economia da palavra-chave" (keyword economy) ditada pelo Google tinha seus dias contados, e o futuro seria a "economia semântica" (semantic economy).

Vamos lá entender o que é busca semântica. Quando comecei meu blog ano passado, fiz um post falando de como é importante saber procurar no Google (Vejo o artigo flash no sound). Basicamente, quem é ferrenho usuário do Google teve de se moldar a ele para achar o que procura. Se uma das palavras-chave da busca não for encontrada em um site site, o Google não o exibirá nos resultados (exceção feita a anchor text de sites externos, stop words e outras pequenas exceções, como porto alegre e poa). Digitamos então palavras-chave sem que a frase tenha algum nexo para outra pessoa. Procuramos por "mac safari erro 404" ao invés de "meu mac apresentou mensagem de erro 404 rodando o safari". Nossa "linguagem de busca" passou a ser não natural, guiada pela tal da "economia das palavras-chave".

Pois bem. O que a busca semântica propõe é tornar a busca mais natural, isto é, entender o que perguntamos e apresentar então os resultados. O antigo tagline da Powerset era exatamente natural language search - busca de linguagem natural. Uma procura por "qual o melhor jogador de futebol brasileiro?" pode apresentar resultados e páginas mesmo que a palavra "brasileiro" não apareça no site. Poderemos por exemplo passar a procurar por "alguem sabe qual a receita de bolo de nozes mais gostosa? " e ter respostas satisfatórias e coerentes mesmo sem a palavra "alguem sabe" na página de respostas.

Dito isso, a busca apresentada por Barney Pell para "qual o melhor jogador de futebol brasileiro" trouxe Belleti (!?!?!) como primeiro resultado. Uma busca por pessoas nascidas em São Paulo trouxe Oscar Schmidt nos resultados (até onde sei ele nasceu em Natal). Já é difícil a nós humanos entender algumas coisas vindas de outras pessoas, imaginem a dificuldade que não terá um computador.

Seguem abaixo alguns exemplos reais de pessoas que consideram o Google seu oráculo pessoal e, anos à frente de todos nós, já realizam "buscas semânticas" no Google (mais uma vez, exemplos reais de logs de servidores !!!). Detalhe para o "por favor" da primeira busca, a mamãe ensinou-o direitinho :-)
  • por favor me ajuda a encontrar um presente de bodas de coral
  • desejo contactar fabricantes de placas de sinalizaçãoo em todo o brasil que trabalhe com comunicação visual
  • traslados para shows dos violeiros no auditório do Ibirapuera nos dias 02 e 03 de agosto saindo da cidade de Santos
  • A PESSOA QUE SOFRE DE SÍDNDROME DO PANICO PODE COMETER SUICIDIO ?
  • Porque o psiquiatra queria saber o que desejaria ser se neste de novo?
  • quero achar uma musica em ingles traduzida para portugues alguem sabe como eu fasso
  • quais os equipamentos que preciso para uma clinica de massagem terapeutica
  • gostaria de comprar um carro ano 1999 a 2000 4 portas recife
  • alguem sabe algum esquema para passar por pericia e ter um bom tempo de afastamento
Espertinho esse último...
Em tempo - a Microsoft comprou a Powerset pouco antes do início do SMX 2008, tornando-se uma das apostas deles para segurar o crescimento do Google, que atingiu 70% de market share americano em Julho 08.