SEO Marketing

Marketing para Google...
Aumentar a sua base de clientes não precisa ser um quebra-cabeças. Os sites de busca são o meio usado hoje por empresas e consumidores para buscar informações de produtos, pesquisar preços, contratar serviços. Descubra essa oportunidade
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Ordenar buscas por data - novidade à vista!

23 de agosto de 2008


Uma das coisas que sempre me obrigam a fazer uma certa ginástica e abusar da criatividade é buscar notícias recentes. Em um de meus posts anteriores, mostrei como descobri o nome de uma corrida que acontecia em São Paulo naquele mesmo dia. Pois bem. Tom Critchlow reportou que apareceu a ele uma opção de classificar os resultados por data. Para descobrir o nome da corrida, tive de entrar nas opções avançadas e escolher uma data, e mesmo assim os resultados não vinham "ordenados" por data, e sim mostrados por relevância dentro daquele período escolhido. Essa possível nova funcionalidade relatada por Tom é muito útil para pesquisas de por exemplo desastres, cataclismas ou notícias esportivas recém acontecidas, e algo que faz muita falta no Google! Para nós de SEO, a briga vai passar a ser de quem consegue ter a notícia indexada mais rapidamente :-)

O Google já procura mostrar algumas notícias recentes em suas buscas. Nesses casos, ele coloca a data junto ao resultado, como no exemplo abaixo, numa busca realizada no dia 23/8 por "olimpíadas salto triplo". Essas notícias tendem a desaparecer em poucos dias dos resultados.


Como o novo recurso, certamente veríamos só notícias da nossa grande medalhista olímpica Maurem Maggi, que ontem venceu por um centímetro a sua prova olímpica. Dá-lhe, Mauren!

Busca semântica - chegou a hora do Google?

13 de agosto de 2008


Barney Pell, CEO da Powerset, abordou em sua palestra no SMX São Paulo 2008 a busca semântica, afirmando que a "economia da palavra-chave" (keyword economy) ditada pelo Google tinha seus dias contados, e o futuro seria a "economia semântica" (semantic economy).

Vamos lá entender o que é busca semântica. Quando comecei meu blog ano passado, fiz um post falando de como é importante saber procurar no Google (Vejo o artigo flash no sound). Basicamente, quem é ferrenho usuário do Google teve de se moldar a ele para achar o que procura. Se uma das palavras-chave da busca não for encontrada em um site site, o Google não o exibirá nos resultados (exceção feita a anchor text de sites externos, stop words e outras pequenas exceções, como porto alegre e poa). Digitamos então palavras-chave sem que a frase tenha algum nexo para outra pessoa. Procuramos por "mac safari erro 404" ao invés de "meu mac apresentou mensagem de erro 404 rodando o safari". Nossa "linguagem de busca" passou a ser não natural, guiada pela tal da "economia das palavras-chave".

Pois bem. O que a busca semântica propõe é tornar a busca mais natural, isto é, entender o que perguntamos e apresentar então os resultados. O antigo tagline da Powerset era exatamente natural language search - busca de linguagem natural. Uma procura por "qual o melhor jogador de futebol brasileiro?" pode apresentar resultados e páginas mesmo que a palavra "brasileiro" não apareça no site. Poderemos por exemplo passar a procurar por "alguem sabe qual a receita de bolo de nozes mais gostosa? " e ter respostas satisfatórias e coerentes mesmo sem a palavra "alguem sabe" na página de respostas.

Dito isso, a busca apresentada por Barney Pell para "qual o melhor jogador de futebol brasileiro" trouxe Belleti (!?!?!) como primeiro resultado. Uma busca por pessoas nascidas em São Paulo trouxe Oscar Schmidt nos resultados (até onde sei ele nasceu em Natal). Já é difícil a nós humanos entender algumas coisas vindas de outras pessoas, imaginem a dificuldade que não terá um computador.

Seguem abaixo alguns exemplos reais de pessoas que consideram o Google seu oráculo pessoal e, anos à frente de todos nós, já realizam "buscas semânticas" no Google (mais uma vez, exemplos reais de logs de servidores !!!). Detalhe para o "por favor" da primeira busca, a mamãe ensinou-o direitinho :-)
  • por favor me ajuda a encontrar um presente de bodas de coral
  • desejo contactar fabricantes de placas de sinalizaçãoo em todo o brasil que trabalhe com comunicação visual
  • traslados para shows dos violeiros no auditório do Ibirapuera nos dias 02 e 03 de agosto saindo da cidade de Santos
  • A PESSOA QUE SOFRE DE SÍDNDROME DO PANICO PODE COMETER SUICIDIO ?
  • Porque o psiquiatra queria saber o que desejaria ser se neste de novo?
  • quero achar uma musica em ingles traduzida para portugues alguem sabe como eu fasso
  • quais os equipamentos que preciso para uma clinica de massagem terapeutica
  • gostaria de comprar um carro ano 1999 a 2000 4 portas recife
  • alguem sabe algum esquema para passar por pericia e ter um bom tempo de afastamento
Espertinho esse último...
Em tempo - a Microsoft comprou a Powerset pouco antes do início do SMX 2008, tornando-se uma das apostas deles para segurar o crescimento do Google, que atingiu 70% de market share americano em Julho 08.

BrowseRank: a Microsoft correndo atrás do prejuízo

27 de julho de 2008


Depois das inúmeras e infrutíferas tentativas de comprar o Yahoo, a Microsoft parece ter decidido montar a sua estratégia interna de ter um algoritmo de busca melhor e com isso frear o crescimento assustador do Google, que no Brasil chega a impressionantes 89,9% do mercado. Com o anúncio de se Browserank, a Microsoft afirma desenvolver um algoritmo mais eficiente do que o PageRank, onde tempo de permanência na página e navegação no site são levados em conta. O PageRank do Google, por outro lado, é baseado em quantidade e peso dos links apontados para uma determinada página, dando origem a zilhões de páginas de lixo na internet com o simples propósito de inflar a PageRank de determinadas páginas.

O fato é que o PageRank do Google é apenas um dos mais de 200 critérios utilizados para rankear uma página, e há muito tempo que se escuta que um desses critérios é exatamente tempo de permanência na página e no site - quanto mais tempo um usuário fica e mais páginas visita, melhor ele deve ser. Sem contar que o Google muito provavelmente utiliza o Google Analytics ou o Google Toolbar para armazenar esse tipo de informações, e estes dois softwares vêm se tornando o padrão de mercado em ferramentas web analytics e toolbar de busca.

A Microsoft vai ter de vir com algo mais elaborado que o BrowseRank para conseguir derrubar o Google.